A situação no Egito se agravou nesta quarta-feira ao se intensificarem as manifestações contra o governo do presidente Hosni Mubarak, que está no poder a 30 anos. A mobilização contra o aumento dos preços de alimentos, o alto índice de desemprego e a corrupção da administração começou na terça-feira.
O movimento tem inspiração na rebelião que derrubou o ex-ditador da Tunísia, Zine el Abidine Ben Ali, em 14 de janeiro. A União Européia avalia os atos como uma repulsa ao modelo de governo de Mubarak.
Os Estados Unidos da América pede para que o governo não se exceda no combate às manifestações, pois segundo os americanos a situação está sob controle. Manifestantes acusam o governo de restringir a divulgação de informações pelos meios de comunicações, principalmente a internet.


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