Segundo informações de vereadores martinenses, o subsídio dos parlamentares martinenses caiu de aproximadamente R$ 1.800,000 em janeiro de 2010 para R$ 1.250,000. Pois é, com a queda do repasse da Prefeitura para a Câmara, o reflexo foi nos vencimentos dos nobres edis que não ficaram nada satisfeitos.
HÁLLYSON BRENNO:
Tem uma coisa que não entendo, a prefeita faz cortes em muita coisa que é necessária para o município, como saúde, educação, assistência social, etc. Mas, como ela explica a relação do repasse reajustado que se regularizou na sua administração.
Não entendeu ?
Explico.
A administração de Haroldo Teixeira foi penalizada por uma queda significativa do repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) porque na administração do ex-prefeito Marcos Fernandes era recebido um valor de repasse que não condizia com a realidade estatística do município. Ao ser detectado o erro no repasse, começou a ser descontado os valores excedentes na administração de Haroldo Teixeira. O barbinha pagou direitinho e quando Maria (DEM) assumiu em janeiro de 2009, a situação já havia sido regularizada. Com isso ela passou a receber uns bons ($)milzinhos($) a mais do que o ex-gestor Haroldo.
Agora, eu fico me perguntando, como ela faz pra esconder tanto dindin ?
Como que teve a coragem de cortar os plantões médicos ? E os atendimentos nas comunidades rurais ? E a redução de atendimentos da saúde bucal ?
Coragem?
Tem gente que tem de mamar numa onça.
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